Nova vida. Nova autoridade.

31/12/2015

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Oie, gente! Acabou que comecei a escrever este post hoje, dia 31 de dezembro às 17h45 da tarde!

Já, já o ano de 2016 começará e eu estarei um dia mais próxima do meu casamento. Muitas coisas irão mudar neste novo ano. E é sobre isso que eu quero falar com vocês neste texto.

Foto: Guilherme Pontes
"Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne". (Gn 2:24).

Quando a gente para e pensa em casamento acabamos focando muito mais na questão da festa e dos preparativos deste grande momento do que no que irá acontecer depois do "eu aceito". Será que a gente está pronto para viver uma vida cheia de novas responsabilidades a dois? E mais, será que estamos emocionalmente preparados para deixar pai e mãe e nos submetermos a um relacionamento de companheirismo, fidelidade e submissão apenas com nosso cônjuge?

Eu acho incrível este versículo de gênesis que fala sobre deixarmos pai e mãe. Resumo ele assim: Nova vida! Nova autoridade.

Hoje, enquanto ainda somos solteiras (os) vivemos sob a autoridade de nossos pais. Embora discordemos de algo, no final das contas é a eles que prestamos contas e a quem devemos submissão. São eles nossa maior autoridade física e espiritual. Mas e depois do casamento? Como isso vai ficar?

Pois bem, me peguei pensando nisso hoje... E o versículo que eu transcrevi acima já dá a resposta para esta pergunta. Ao nos casarmos nós deixamos de nos submeter a nossos pais e passamos a nos submeter ao nosso marido e ele a nós. É para eles que nós daremos satisfação, é para eles que nós deveremos correr quando tivermos dificuldades, é com eles que nós tomaremos decisões e vice-versa. A partir do momento do casamento nossas vidas serão uma com nossos maridos. E ponto final!

Não estou dizendo que do casamento pra frente devemos ignorar nossos pais, ou até mesmo tomarmos atitudes que irão desonrá-los, mas quero dizer que, a partir do dia em que nós nos tornarmos um novo casal, nossas responsabilidades e decisões serão tomadas apenas entre nós, e não mais a partir de aprovações de nossos pais. Até poderemos pedir a opinião deles, no entanto, temos a liberdade completa de aceitar ou não o que for sugerido.

Eu sempre ouvi a frase: Não criamos os filhos para nós, mas para o mundo. E isso é verdade, pois no final das contas, só quem irá ficar ao seu lado depois de uma vida toda será a pessoa com a qual você escolheu se casar. O ciclo da vida é este: Nós nos casamos, temos filhos, nossos filhos se casam e nós ficamos sem eles. Os nossos filhos têm filhos e daí por diante. Não estou criando polêmica e nem dizendo que quem não escolhe ou não pode ter filhos está errado, mas se formos pensar em um ciclo predominante de vida, temos o exemplo que eu citei.

Enfim, concluo dizendo que no final nós deixaremos nossos pais para nos casar. E a partir de então temos autoridade e responsabilidade sobre nossas escolhas, devendo prestar contas apenas ao nosso cônjuge.

Se você já se casou e deixa que a autoridade de seus pais sobreponha a autoridade do seu cônjuge sobre a sua vida é hora de relembrar seus votos e de repensar o papel dos pais depois do casamento. Corte o cordão umbilical.

Feliz 2016 para vocês!!!

Beijos :)

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